segunda-feira, 3 de novembro de 2014

As temidas birras... será que começaram pra valer?

1 ano e 8 meses e seu filho era o bebê mais fofo do mundo, obediente, amável, simpático... às vezes dava suas birrinhas, se jogava no chão, chorava de manha, virava-se para bater em alguém, mas isso era coisa vez e outra. De repente, coisa de três dias seu bebê está irreconhecível: irritável, chora por tudo, joga coisas agressivamente no chão e olha para ver sua reação. Nem ele sabe direito o que quer. É como se tudo fosse uma grande guerra. Tomar banho virou uma batalha, dar comida, trocar fralda e qualquer outra atividade que antes era tão tranquila. E aí, a mãe de primeira viagem pensa: será que as birras começaram de vez? O que está acontecendo com meu filho? Lágrimas de desespero começam a rolar...

Não é fácil lidar com uma criança que esperneia o tempo todo, chora, bate e busca machucar os outros ou a si mesma se o desenho que ela gosta acaba, se recebe um não ou se precisa fazer algo que não queira naquele momento. O cansaço físico e mental é grande. Mas dizem por aí: “isso passa, os pais precisam ser firmes, dizer não, mas não devem agredir, não devem se descontrolar, conversar com a criança e explicar o porquê do não ajuda (como assim? Meu filho só tem 1 ano e meio?!), outros dizem, uma palmada às vezes é necessária, deixa a criança fazer a birra dela e se afaste.. outro não, não se afaste, ela pode se sentir abandonada e criar traumas!”.. Céus!!!!

Quando você lê as dezenas de artigos de psicólogos, pediatras e pedagogos sobre o tema você vê como a coisa é complexa. Não existe receita mágica. A gente bem que queria que existisse... Só se sabe que a tal fase das birras surge entre 1 ano e meio e 3 anos e são consideradas parte normal do desenvolvimento e amadurecimento da criança... e a gente fica rezando, pedindo para Deus que nos ilumine, nos dê paciência e sabedoria para saber lidar da melhor forma. Que a gente saiba ensinar a criança os limites que a vida impõe. E entenda que o não é necessário. Faça a birra que faça, não é NÃO.

Ler sobre o tema ajuda. Mas cada mãe, cada pai, cada filho é um. E acho que precisamos muito ter isso em mente para absorver e tentar botar em prática o que você acha que vai funcionar no seu caso. Afinal, ninguém conhece melhor o seu filho do que você mesma.

Separei os 6 melhores artigos que li sobre o tema. Espero que também seja útil para você, pai, mãe, que está tão desesperado com esse novo universo como eu:



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